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A idéia de fundar a ONG “SOS PEACE” surgiu no final dos anos noventa com a consolidação do sistema de globalização devido à disseminação da informática e comunicação pela internet, assim como o embrião do MOVEMENT for SUN - Society of United Nations para se consolidar quando o mundo se tornar uma única sociedade global, substituindo a existência da ONU - Organização das Nações Unidas como centro da convergência mundial, atualmente sob controle dos Estados Unidos, onde se localiza a sede deste organismo, deslocando-se para um espaço neutro de um país ou território neutro. Um novo paradigma surge como perspectiva disso quando ONG’s começam a ocupar o lugar dos estados políticos e assumem o papel concreto das novas sociedades sociais voltadas para a união de idéias nesse sentido, organizando-se independentemente dos partidos ou ajuda direta dos governos que por vezes exercem uma pressão sobre tais entidades cooptando-as para o próprio benefício em detrimento ao bem estar geral. Essa visão pré-cognitiva alia-se aos fatores óbvios estampados no realismo da mídia e imprensa mundiais, informando acerca do iminente desastre a que está fadada a humanidade, caso a omissão se torne a única perspectiva presente. Pretende a ONG SOS PEACE alojar-se nesse conceito de reversibilidade do fulcro negativo da percepção humana de uma maioria influenciada pelo condicionamento de uma cultura superada pela nova mentalidade em surgimento no planeta e, assim, colaborar com espírito criador já permeando as mentes diferenciadas na maneira objetiva de pensar, esse espírito impregnado de energia que anima a criatura evoluída. O grande desafio está lançado e a participação de forças da sociedade diferenciada em formatação começa a se mobilizar. Neste país de dimensões continentais está focada a primeira ação sócio-ambiental através do desenvolvimento do Projeto V.O.A.R.- Voluntariado de Observação Aérea Regional, integrante do N-SONG’s - Núcleo das Novas Sociedades Organizadas Não-Governamentais, concentrada numa comunidade junto ao Centro Empresarial de São Paulo, sendo que as bases operacionais deste projeto espalha-se em torno do Cinturão Verde da Reserva da Biosfera da Grande São Paulo, para efetuar uma fiscalização efetiva pela iniciativa privada dos mananciais e de todo o litoral do estado, numa parceria de colaboração com a administração públicas e empresas privadas e de economia mista, única forma de se obter resultados positivos por meio dessa aliança. Desta maneira, a consolidação da união almejada dar-se-á através da constituição do Esquadrão de Defesa e Resgate Ambiental, sob o comando da coordenadoria conjunta entre os parceiros apoiadores da logística necessária ao sucesso deste empreendimento socioambiental.
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